Categoria Notícias

Ricardo Jorge porRicardo Jorge

Que 2022 seja repleto de boas novidades

O ano de 2021 foi diferente e desafiador sob vários aspectos.

Mais uma vez foi preciso buscar muita criatividade, concentração e força para seguir em frente.

Os desafios trazidos pela pandemia continuaram ainda mais intensos do que no ano anterior.

Foi necessário seguir com as novas formas de trabalho, interação social, familiar, recreação, compras, alimentação e, tudo o mais que faz parte desta nova realidade a qual fomos submetidos.

E desta maneira, muito do que estávamos acostumados a fazer até 2019, precisou ser revisto e repensado.

Cada vez mais precisamos olhar para os problemas como oportunidades e pontos de partida para a inovação e a evolução.

Reserve alguns momentos e olhe para simbologia que a imagem desta postagem trás.

Que tal imaginar um convite para construir um 2022 melhor para todos?

Aproveito também para agradecer a todos que contribuíram para minha jornada através de 2021.

Desejo que o ano de 2022 seja repleto de harmonia, solidariedade, saúde e prosperidade para todos.

Um feliz, próspero e saudável 2022!


“Biscoitos da sorte” para o Ano Novo

Comemore os finais, pois eles precedem um novo começo.

Otimismo excessivo não significa inspiração! Cuidado ao criar sua lista de decisões e desejos para o Ano Novo e logo no primeiro dia já desejar marcar tudo como concluído.

Um otimista fica acordado até a meia-noite para ver o Ano Novo chegar. Um pessimista fica acordado para garantir que o ano anterior vá embora.

Você pode encontrar inspiração por toda parte. Caso não consiga achá-la, é porque não procurou com afinco.

Suas circunstâncias atuais não definem até onde você pode ir. Elas simplesmente determinam o ponto de partida.

Embora ninguém possa voltar e fazer um novo começo, qualquer um pode começar a partir de agora e criar um novo final.


Outra publicações:

Os caminhos para Transformação Digital

Você quer ser alguém ou ninguém?

COVID-19 Dados Reflexões e Estatísticas


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Pensamentos para um Novo Ano.

Ricardo Jorge porRicardo Jorge

Os caminhos para Transformação Digital

Neste artigo sobre Os caminhos para Transformação Digital, será feita uma avaliação sobre as principais formas de conduzir adequadamente a Transformação Digital para que seja rápida, eficiente e duradoura.

Imagino que a maioria dos leitores já tenha ouvido falar sobre Transformação Digital muitas e muitas vezes e isso se deve a importância que este assunto tem para empresas e organizações de todos os tipos e tamanhos.

A Transformação Digital está mais perto do que você imagina! Basta olhar para os pequenos restaurantes e pizzarias que aceitavam pedido só por telefone e agora utilizam um aplicativo para Smartphone.

Aqui não serão abordadas metodologias e ferramentas porque tudo depende do perfil do seu negócio, da maturidade de seus colaboradores e, principalmente, da capacidade e urgência para investir nas ações necessárias para esta transformação.

É fácil mostrar casos de sucesso onde foram investidas enormes quantias e feita aquisição de ferramentas complexas para proporcionar os resultados mostrados para o público, o mercado e seus concorrentes.

Não importa o tamanho de sua empresa ou negócio, a transformação Digital poderá ajudar em várias frentes, proporcionando ganhos e melhorias no posicionamento de seus produtos e serviços para o mercado e, principalmente, no relacionamento com seus clientes.

Como devo iniciar a Transformação Digital?

Na maioria das vezes, o processo tem início à partir de uma visão estratégica vinda dos gestores da empresa, ou o chamado Nível “C” nas grandes corporações, que imaginam que algo pode ser melhorado através de um processo feito “digitalmente”.

Deste ponto em diante, as empresas passam então a ficar totalmente envolvidas com a intenção de transformar digitalmente seus negócios, esquecendo que muitas vezes não têm as pessoas certas para a condução e a tomada da decisão e tão pouco estão lidando com as questões adequadas para atingir seus objetivos de transformação digital.

Não basta pedir para seus colaboradores reimaginarem o que fazem, por que fazem ou como fazem.

Para iniciar este processo de transformação, você precisa estimular as conversas certas e permitir uma análise profunda sobre suas propostas de valor.

É necessário abordar as questões chaves que precisam ser respondidas objetivamente e, mais importante, desafiar as equipes internas a pensar além da transformação digital, porque apenas esta abordagem não é o suficiente.

De fato, a transformação digital é uma questão de vantagem competitiva.

Criação de experiências, produtos ou serviços que não apenas transformam negócios individuais, mas que reimaginam completamente setores inteiros.

Você pode não só transformar seu negócio, mas reinventar o setor onde atua.

Alguns exemplos que estão ao nosso redor são as Fintechs que mudaram o mercado financeiro, a explosão do e-commerce durante a pandemia e os processos de entrega (Delivery) de produtos os mais variados.

Um outro exemplo interessante sobre aplicação da Transformação Digital, são os aplicativos de transporte como Uber, 99, Lyft e vários outros.

Antes, existiam as Cooperativas de Taxistas, mas nenhuma delas conseguiu transformar o negócio onde já operavam por décadas.

Como posso conseguir esta vantagem competitiva?

Comece avaliando detalhadamente suas propostas de valor!

Uma proposta de valor é uma declaração que responde ao “por que” alguém deveria fazer negócios com você.

Ela deve ser capaz de convencer os potenciais clientes que seu serviço ou produto terá mais valor para eles do que ofertas semelhantes da concorrência

A maioria inicia sua jornada para transformação digital, esperando que a tecnologia resolva tudo.

E o resultado final é, se o que você está tentando vender não projeta um valor para seus consumidores, então nenhuma tecnologia vai resolver esse problema para você.

Uma série de empresas com variados perfis e tamanhos, estão perdendo a oportunidade de mudanças positivas.

Por vezes, imaginam que basta fazer um planejamento uma vez por ano, talvez indo para um hotel chique por alguns dias, para falarem sobre mudanças com seus colaboradores e, depois, definirem isso como uma tendência, ou algo a ser feito, para o próximo ano.

Bem, isso não funcionará e deixará sua empresa para trás.

A menos que você esteja prestando muita atenção sobre o que seus consumidores dizem sobre suas propostas de valor e tenha agilidade para responder às necessidades deles, seu projeto de transformação não terá sucesso.

O grande ponto é: com a mudança do mercado e dos hábitos dos consumidores, você tem que continuar se reinventando. Você nunca poderá ficar parado.

A realidade para a maioria das organizações é que há uma série de prioridades concorrentes em todas as Áreas, competindo pelo ciclo orçamentário.

Portanto, a verdadeira questão a ser examinada é: “estou investimento meus recursos nas áreas certas?”

O que vemos repetidamente é que as empresas que têm sucesso na criação de vantagem competitiva são aquelas que estão colocando uma alta proporção de seus investimentos em suas tecnologias de front-end, ou seja, as Áreas que são mais visíveis para o consumidor.

Claro, as tecnologias de back office são importantes, porque são a base do seu negócio.

No entanto, na maiorias das vezes não é o back office que vai gerar vantagem competitiva.

Comprar ferramentas ou desenvolver em casa?

Não importa se você é uma Startup, uma pequena empresa ou uma corporação gigante já listada na Bolsa de Valores, toda organização precisa escolher de maneira inteligente, as ferramentas a serem usadas.

Em muitos casos, uma ferramenta que já esteja no mercado será a escolha perfeita.

Nunca esqueça que a Nuvem pode ser usada não só para validar suas ideias de transformação, como depois para o ambiente de produção.

Mas lembre! Usar exatamente as mesmas ferramentas que seus concorrentes não siginifica que você terá destaque e sucesso no mercado.

Por vezes, será necessário personalizar uma ferramenta existente ou até mesmo desenvolver algo que esteja alinhado com suas necessidades e foco para o mercado.

Esta personalização, ou criação de algo próprio, poderá ser seu diferencial, trazendo flexibilidade, controle e autonomia.

É fundamental que as ferramentas escolhidas estejam alinhadas com suas estratégias de mercado e que possam alavancar sua proposta de valor.

A melhor ferramenta é aquela que faz o que você precisa, quando você precisa.

Pense grande!

Resumindo: desafie-se a pensar além da transformação digital, porque é tudo uma questão de vantagem competitiva.

Não negligencie suas propostas de valor e pense com muito cuidado sobre como você está gerenciando seus recursos financeiros, especialmente no relacionamento com seus clientes.

Em seguida, desenvolva seus recursos técnicos para mantê-lo à frente de seus concorrentes e seja ágil para garantir que você esteja sempre, sempre centrado no cliente.

Não acredite em soluções mágicas e, acima de tudo, nunca fique parado.


Literatura adicional:

Acesso o site da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e veja a publicação A Caminho da Era Digital no Brasil


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Ricardo Jorge porRicardo Jorge

Você quer ser alguém ou ninguém?

Este artigo sobre Você quer ser alguém ou ninguém?, é uma reflexão sobre nosso comportamento como pessoas, profissionais e cidadãos.

Não é raro ouvirmos a seguinte sequência de frases:

Alguém precisa resolver isso.

Passado algum tempo …

Ninguém ainda resolveu isso?

Bem, dentro deste cenário, fica claro que não nos posicionamos como alguém, porque, caso ninguém tenha resolvido, também não parece ser nossa atribuição resolver!

Mantido esse ciclo, quer seja na nossa vida pessoal, profissional ou como cidadão, estamos sempre delegando aos outros nosso destino e a responsabilidade de criar os melhores caminhos e possibilidades.

Precisamos nos envolver e participar mais intensamente do nosso “destino”, deixando as polarizações de lado.

Aliás, parte das polarizações ocorrem porque não percebemos claramente a diferença entre país e nação.

Não basta apenas colocarmos nossa opinião nas várias redes sociais, mas contribuirmos com atitudes positivas e concretas.

Como pessoas, olhar ao redor para entender como nossas atitudes podem influenciar de maneira positiva nossas relações e melhorar a condição de alguém que necessite de nossa ajuda e atenção.

Como profissionais, aprimorarmos nossas aptidões, sendo éticos no desenvolvimento de nossas atividades e tarefas e, contribuindo para empresas que também sejam éticas e responsáveis para com a sociedade e o meio ambiente.

E, finalmente como cidadãos, avaliarmos as melhores opções para o “destino” de nosso país e de nossa sociedade.

Afinal, será neste país e nesta sociedade, onde seremos pessoas e profissionais, criando nossos filhos e filhas, cuidando de nossas famílias e zelando por uma sociedade melhor e mais justa.

E você, gostaria de ser alguém, ou ninguém?


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Ricardo Jorge porRicardo Jorge

Será que devo me preocupar com o metaverso?

Neste artigo sobre Será que devo me preocupar com o metaverso?, será abordado um tema que tem ganho muita visibilidade nestes últimos meses.

É importante deixar claro que metaverso, ou do inglês metaverse, deve ser encarado como:

  • Parte definição
  • Parte aspiração
  • E parte exagero.

Então, vamos começar a entender, ou melhor, avaliar o que seja metaverso.

Pode ser que você talvez tenha lido que o metaverso substituirá a Internet.

Ou ainda que talvez todos devamos morar lá.

Pode ser também que o Facebook (ou Epic, ou Roblox, ou dezenas de empresas menores) estejam tentando assumir o controle.

Ou então que tenha algo a ver com NFTs?

Explicar o que seja metaverso é difícil devido a uma razão: ele necessariamente não existe.

Em parte, é um sonho para o futuro da Internet e em parte uma maneira elegante de encapsular algumas tendências atuais em infraestrutura online, incluindo o crescimento de mundos 3D em tempo real.

Mesmo assim, vamos para a parte divertida.

Imagine por um momento os seguintes cenários:

  • Será que você começará a verificar seu feed do Facebook no Fortnite com um par de óculos de realidade aumentada?
  • Ou que seus amigos irão convidá-lo para um café da manhã cibernético em vez do café da manhã normal?

É hora de se conectar e descobrir.

Como o termo metaverso surgiu?

Neal Stephenson cunhou o termo “metaverso” em seu romance de 1992, Snow Crash, onde se referia a um mundo virtual 3D habitado por avatares de pessoas reais.

Muitas outras mídias de ficção científica incluem sistemas do tipo metaverso (alguns deles anteriores a Snow Crash).

Mas o livro de Stephenson continua sendo um dos pontos de referência mais comuns para entusiastas do metaverso, junto com o romance Ready Player One de 2011 de Ernest Cline.

O metaverso de Snow Crash é conseqüência de uma visão satírica de Stephenson de um futuro onde a América é dominada por corporações.

Já o mundo virtual do Ready Player One é simbolicamente chamado de OASIS, e Cline retrata-o como uma fonte quase utópica de escapismo em um futuro horrível.

Se, por um lado, emular os mundos virtuais de Snow Crash ou Ready Player One é deliberadamente menos assustador do que nomear esta iniciativa de tecnologia “Skynet”.

Por outro, as histórias de ficção científica podem evocar uma imagem vívida do “metaverso” sem definir como ele deveria funcionar ou por que deveria existir.

Então o que realmente é o metaverso?

Não existe uma definição universalmente aceita de um “metaverso” real, exceto talvez que seja um sucessor mais sofisticado da internet.

Os proponentes do metaverso do Vale do Silício às vezes fazem referência a uma descrição do capitalista de risco Matthew Ball ( em seu artigo Metaverse Primer ) onde ele afirma:

“O Metaverso é uma rede expansiva de mundos 3D renderizados em tempo real e persistentes e simulações que suportam a continuidade de identidade, objetos, história, pagamentos e direitos e podem ser experimentados de forma síncrona por um número efetivamente ilimitado de usuários, cada um com sua sensação pessoal de presença.”

Por outro lado o Facebook, que atualmente é a empresa de tecnologia com a maior participação no metaverso, descreve-o de forma mais simples:

“O metaverso’ é um conjunto de espaços virtuais onde você pode criar e explorar com outras pessoas que não estão no mesmo espaço físico que você.”

Existem também outras definições mais amplas relacionadas ao metaverso, como a do designer de jogos Raph Koster, que faz uma distinção entre “mundos online”, “multiversos” e “metaversos”.

Para Koster, os mundos online são espaços digitais – desde ambientes ricos em 3D até aqueles baseados em texto – focados em um tema principal.

Multiversos são “vários mundos diferentes conectados em uma rede, que não têm um tema ou conjunto de regras compartilhado”, incluindo o OASIS do Ready Player One.

E um metaverso é “um multiverso que interopera mais com o mundo real”, incorporando coisas como sobreposições de realidade aumentada, provadores de roupa com Realidade Virtual para lojas reais e até mesmo aplicativos como o Google Maps

Será que algum dia todos nós viveremos no metaverso?

Atualmente, pessoas ligadas a indústria de tecnologia que falam sobre “o metaverso” geralmente estão entusiasmadas com as plataformas digitais que incluem algumas das seguintes coisas:

  • Conjuntos de recursos que se sobrepõem a serviços da web mais antigos ou atividades do mundo real
  • Computação gráfica 3D em tempo real e avatares personalizados
  • Uma variedade de interações sociais “pessoa a pessoa” com objetivos menos competitivos e jogos orientados para estratégia.
  • Suporte para usuários criando seus próprios itens e ambientes virtuais
  • Links com sistemas econômicos externos para que as pessoas possam lucrar com bens virtuais
  • Desenvolvimento e integração com dispositivos de realidade virtual e realidade aumentada

Nota: As distinções entre VR ( Realidade Virtual ) e AR ( Realidade Aumentada ) se resumem aos dispositivos que são utilizados e à própria experiência: AR usa uma configuração do mundo real, enquanto a VR é totalmente virtual.

VR requer um dispositivo normalmente instalado em sua cabeça, enquanto AR pode ser acessado com um smartphone.

A Realidade Aumentada aprimora o mundo virtual e real, enquanto a Realidade Virtual apenas aprimora a realidade ficcional.

Mas no contexto atual, “o metaverso” sem dúvida não é um conjunto fixo de atributos.

É um termo ambicioso para um mundo digital do futuro que parece mais tangivelmente conectado com nossas vidas e corpos reais.

O Fortinite ou Facebook Horizon são o metaverso, ou o metaverso é a soma de tudo isso?

Pessoas como Tim Sweeney (CEO da editora Fortnite Epic) e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, costumam dizer que estão apenas construindo uma parte de um metaverso interconectado maior, semelhante a uma rede social individual na internet atual.

“O metaverso não é um produto único que uma empresa pode construir sozinha. Assim como a internet, o metaverso existe, esteja o Facebook lá ou não ”, diz um comunicado recente do Facebook.

Mas, informalmente, “metaverso” também é usado para descrever uma única plataforma que atende aos critérios listados acima.

Second Life, um mundo virtual que não é um jogo tradicional, é frequentemente descrito como um metaverso.

Sweeney descreveu a experiência do usuário de Fortnite como um metaverso porque é um espaço 3D virtual que mistura elementos de jogo e não de jogo.

David Baszucki, CEO da Roblox, observa modestamente que “algumas pessoas se referem ao que estamos construindo como o Metaverso”.

Se você gosta da definição de “multiverso” de Koster, também existem vários multiversos autônomos.

O Minecraft da Microsoft tem menos atenção atualmente do que o Roblox, mas permite atividades semelhantes por meio de modificações de características do jogo.

O mesmo acontece com serviços para dispositivos móveis, como o The Sandbox, que também incorpora uma economia complexa baseada em criptomoedas.

Qual a relação do metaverso com NFTs?

Mais detalhes sobre a definição de NFT podem ser vistos neste outro artigo.

De uma maneira simples, NFTs são uma forma de registrar quem possui um bem virtual específico, criar e transferir bens virtuais é uma grande parte do metaverso, portanto, NFTs são uma arquitetura financeira potencialmente útil para o metaverso.

Ou em termos mais práticos: se você comprar uma camisa virtual na plataforma A do metaverso, os NFTs podem criar um recibo permanente e permitir que você resgate a mesma camisa nas plataformas B a Z do metaverso.

Muitos designers de NFT estão vendendo avatares colecionáveis ​​como CryptoPunks, Cool Cats e Bored Apes, às vezes por quantias astronômicas.

No momento, essas são principalmente arte 2D usada como fotos de perfil de mídia social.

Mas já estamos vendo algum cruzamento com serviços do estilo “metaverso”.

A empresa Polygonal Mind, por exemplo, está construindo um sistema chamado CryptoAvatars, que permite às pessoas comprarem avatares 3D como NFTs e usá-los em vários mundos virtuais.


E você ? Qual sua opinião sobre o metaverso?

Será que substituirá a Internet como a conhecemos, ou será apenas mais um serviço da própria Internet atual?

Deixe seus comentários aqui no Blog.


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Este artigo é uma versão deste link.


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Ricardo Jorge porRicardo Jorge

Tarifa Branca – conheça antes de usar

Neste artigo sobre Tarifa Branca – conheça antes de usar, será apresentado um estudo feito ao longo de 9 meses utilizando a modalidade Tarifa Branca da ANEEL.

Após este período de testes, a unidade consumidora retornou para a tarifa convencional.

A modalidade Tarifa Branca é uma opção para o consumidor de energia elétrica que pode pagar por tarifas diferentes, conforme o horário do dia e o dia da semana, além de alguns feriados nacionais.

Observação : a Tarifa Branca não altera o consumo, mas cria faixas diferenciadas de cobrança pelo uso da energia.

O medidor de consumo

Para utilizar Tarifa Branca, é necessário que exista um medidor que possa registrar o consumo nos diferentes horários do dia e também nos fins de semana e feriados nacionais.

No caso deste estudo, o medidor instalado foi o da figura abaixo.

Medidor de energia
Medidor de energia – Imagem do site do fabricante

Este medidor tem a possibilidade de leitura remota por parte da empresa de Distribuição de energia e também tem 2 indicadores luminosos ( LEDs ) que piscam conforme 1 Wh ou 1 varh sejam registrados pela medição.

Infelizmente, no Brasil parece não existir interesse em divulgar estas opções que permitiriam ao consumidor acompanhar o consumo e assim, melhor utilizar a modalidade Tarifa Branca.

Com a Tarifa Branca, é necessário coletar 4 medições a cada leitura.

Isto dificulta o trabalho da Equipe de Campo da Distribuidora, porque o medidor pode não estar posicionado de forma a facilitar esta leitura e muitas das vezes, foi necessário permitir a entrada da Equipe, para coletarem as medições feitas.

Aqui fica um ponto de atenção para a ENEL, que deveria equipar os medidores com a possibilidade de leitura remota, sem a necessidade de intervenção manual da Equipe de Campo.

As tarifas e os horários de medição

Cada Estado e Empresa de Distribuição podem ter tarifas e horários diferentes e por isto é importante consultar o site ANEL ( Agência Nacional de Energia Elétrica ) para saber sobre as tarifas e horários de sua região.

No Estado de São Paulo e utilizando a Distribuidora ENEL, as faixas horárias, em maio de 2021, são :

Faixa – dias úteisDesignaçãoPercentual
16:30 – 17:30Intermediário+ 22,28%
17:30 – 20:30Ponta+ 88,01%
20:30 – 21:30Intermediário+ 22,28%
Faixas horárias e acréscimos sobre a tarifa convencional

Faixa – dias úteisDesignaçãoPercentual
00:00 – 16:30Fora de Ponta– 16,10%
21:30 – 23:59Fora de Ponta– 16,10%
Faixas horárias e descontos sobre a tarifa convencional

Para os fins de semana e feriados nacionais, a tarifa Fora de Ponta é utilizada durante as 24 horas do dia.

Um ponto importante é entender que nos dias úteis, a diferença entre Fora de Ponta e Ponta fica próxima a 104,11%, considerando o mês de maio de 2021.

Esta diferença considerou o desconto de 16,10% e o acréscimo de 88,01%, que são os valores extremos mostrados nas tabelas acima.

A Tarifa Branca também sofre os reajustes das bandeiras Tarifárias e isto é mais um fator a ser considerado pelo consumidor.

Abaixo, segue um relatório enviado pela Distribuidora ENEL, sobre o consumo nas 3 faixas tarifárias.

Tarifa Branca Exemplo
Tarifa Branca Exemplo de consumo

Mesmo com o consumo estando concentrado na faixa Fora de Ponta, a média de economia mensal ficou próxima de 7%.


Tarifa Branca – conheça antes de usar

Conclusão :

A real economia varia muito conforme o perfil do consumidor, podendo até mesmo elevar a tarifa mensal.

Será muito difícil conseguir uma redução acima de uns 8% no valor mensal, lembrando que o desconto máximo é de 16% para o Estado de São Paulo, na data desta publicação.

A observância dos horários é fundamental porque qualquer consumo nas faixas Ponta e Intermediário pode gerar uma grande diferença na tarifa mensal, apresentando um resultado muito pior para o consumidor.

Na minha opinião, a ideia da Tarifa Branca é interessante, mas sua implementação proporciona pouco ganho, algumas restrições e grande preocupação para o consumidor.

Para ser atraente, ou o desconto deveria ser maior, ou então os acréscimos na Ponta e Intermediário, serem menores.

É preciso entender e considerar que existe 5 horas de acréscimo nos dias úteis.

Alguns eletrodomésticos como a geladeira / freezer, operam dentro desta faixa das 5 horas de acréscimo, além da própria iluminação residencial, a TV e possivelmente o microondas para a hora do jantar.

Assim como já foi abordado em outro artigo, o uso da Tarifa Branca junto com Energia Solar ou Eólica, pode ser uma fonte adicional de economia para o consumidor, ou até mesmo uma primeira ação para economizar, uma vez que a implantação desta modalidade tarifária tem custo zero para o consumidor.

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Crédito pela matéria Canal Solar.

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